sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Bodyboard P5 Night (HD) "Shadowplay Test "

Alongamento

Alguns fatores impactantes na hora do alongamento ◦Quando mais velho menor a flexibilidade ◦Mulheres são mais flexíveis ◦Sedentários têm menor flexibilidade ... ◦A boa respiração colabora com o exercício ◦A concentração também é aliada ◦Temperatura local A remada por exemplo, exige muito dos ombros e exige que o surfista se mantenha por muito tempo numa posição que contrai a região lombar (parte inferior das costas). Para equilibrar o esforço feito pelo organismo, é necessário alongar essas regiões e realizar exercícios complementares. Para ter uma melhor noção do quanto é importante veja o que diz um especialista no assunto. ” (…) O médico traumatologista Moisés Cohen afirma que uma das lesões clássicas de surfistas ocorrem em um conjunto de tendões do ombro chamado maguito rotador. (…)” Como o surfe exige basicamente de todo o corpo, pratique um alongamento igualmente completo, de cima a baixo! Abaixo você encontra algumas limitações que você poderá sentir ao surfar sem alongamento: •Limitação de flexão da coluna tornando a levantada mais lenta •Músculos peitorais e dos ombros encurtados tornando a remana ineficiente •Músuculos da conluna também encurtados dificultando a posição arqueada na prancha para ver as ondas •Músuculos da panturrilha e da face posterior da coxa encurtados dificultando a posição flexionada na prancha •Limitação na rotação do tronco, limitando manobras verticais Desejamos boas ondas! … sempre lembrando que alongamento e aquecimento podem fazer seu surfe melhor ainda sem doer nada! O alongamento é fundamental antes e depois de qualquer atividade esportiva. Com o surfe não é diferente. O alongamento aumenta a amplitude do músculo evitando lesões e facilitando as manobras. Ele deixa a musculatura aquecida e vascularizada, fazendo com que o músculo fique em estado de alerta pois a qualquer momento será exigido. O alongamento deve andar ao lado do aquecimento.

"Test Zero"

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Luxação de ombro

Meu ombro (FW) Puts...







 


Luxação de ombro...



A luxação do ombro (luxação glenoumeral) é a perda da relação anatômica normal entre a cabeça do úmero e o ombro (cavidade glenóide). Quanto à etiologia, pode ser traumática ou atraumática.
... Durante quaisquer movimentos das articulações do ombro, o tendão não desliza dentro do sulco, mais fica fixo e o úmero desliza ao longo do tendão. Fleter e supinar o antebraço sobre o úmero, uma ação do bíceps, faz com que o tendão retese, mas não deslize ou se mova dentro do sulco.

Os movimentos da cintura escapular, em seu conjunto, normalmente são descritos em relação a escapula, pois os movimentos da clavícula ocorrem devido a hipermobilidade da escápula.


Articulações Glenoumeral

Em torno da borda da cavidade par torná-la mais funda há uma orla conhecida como labioglenoidal . Este lábio originariamente considerado um processo fibrocartilagenoso, não tem cartilagem, mas é principalmente composto de tecido fibroso, uma prega redundante da cápsula anterior.

Esta prega e aparentemente o lábio, desaparecem quando o úmero externamente.
Há uma discrepância marcante entre a área de superfície e a cintura da cardodeglenóide e a face convexa da cabeça do úmero. Somente uma pequena porção da cabeça do úmero está em contato com a cavidade em qualquer movimento. Esta relação articular incongruente requer um movimento de articulação plena, mais do que o movimento tipo enertrose da articulação do quadril.

Esta relação instável, porém móvel, requer ações musculares síncronas para sua manutenção.


A traumática ocorre após o mecanismo violento em pacientes com estrutura óssea e cápsula ligamentar previamente íntegros. Nesses casos, geralmente ocorre desinserção ou ruptura desses estabilizadores da articulação, o que pode levar à recorrência da patologia.

Na atraumática há alterações preexistentes que favorecem a luxação (ou subluxação) mesmo na ausência de grande trauma. Esses pacientes geralmente apresentam hipermobilidade geral em outras articulações.

Durante quaisquer movimentos das articulações do ombro, o tendão não desliza dentro do sulco, mais fica fixo e o úmero desliza ao longo do tendão. Fleter e supinar o antebraço sobre o úmero, uma ação do bíceps, faz com que o tendão retese, mas não deslize ou se mova dentro do sulco.
Articulação Acromioclavicular e Esternoclavicular

A clavícula esta firmemente presa à escápula pelo ligamento córaco-clavicular, Dois fascículos resistentes, ambos denominados de ligamento lateral trapezóide e o medial conóide, formam o ligamento córaco-clavicular. O ligamento córaco-clavicular. O ligamento córaco clavicular, por suas inserções em forma de esteio, foi outrora considerado instrumental em manter a escápula afastada da parede torácica e dar estabilidade a articulação acromioclavicular.

A articulação esternoclavicular: Os ligamentos esterno claviculares anterior e posterior reforçam a frouxa cápsula fibrosa e um ligamento interclavicular une as duas clavículas. A estabilidade da articulação é dada pelo ligamento costoclavicular. Este ligamento estabiliza a clavícula contra a ação muscular e atua como fulcro para todos os movimentos da cintura escapular. Apesar de seu uso excessivo ao contrário da articulação acromioclavicular, as alterações degenerativas ocorrem tarde na vida e são discretas, com um comprometimento funcional mínimo.

Movimento conjugados da cintura escapular

Ao levantar o braço em abdução o úmero e a escápula movem-se em compasso, de modo que para cada 15º de abdução total do braço, 10º se dão na articulação escápula umeral com 5º correspondentes a rotação da escápula.

A elevação total do braço sobre a cabeça (180º) necessita de 60º de rotação escapular para alterar o ângulo.

A movimentação da articulação esternoclavical é possível em todos os planos. A clavícula e a escápula são elevados pelo trapézio e outros músculos acessórios que se inserem à clavícula.





Mecanismo da Luxação

As luxações anteriores resultam de lesões por abdução rotação externa. O trauma em geral, pega desprevenidos os músculos que protegem a articulação ou tem a força suficiente para sobrepujar os músculos. Nos mais moços, os ligamentos glenoumerais anteriores “cedem” enquanto nos mais velhos os sustentáculos posteriores, o tubérculo maior que os tendões supra e infraespinhais laceram, permitindo que a cabeça do úmero “role” sobre a borda anterior. A cápsula e os ligamentos glenoumerais permanecem intactos.

Uma das explicações freqüentes para a luxação anterior e segundo Codman. ”Teoria da hiperextensão”. A abdução com o úmero em rotação interna ou flexão para frente, com o braço em rotação interna ou flexão para frente, com o braço em rotação externa é estrita pelo arco acromial. A elevação forçada ao atingir este ponto de impedimento desloca a cabeça proximal fazendo com que desça e venha para frente. Na maioria das vezes a luxação é causada por uma queda sobre o braço estendido, o trauma impele a cabeça para frente contra a cápsula anterior.

A luxação posterior, apesar de rara, deve ser reconhecida logo, caso contrário, a redução se torna difícil e podem aparecer complicações pós-redução. Na luxação posterior encontra-se a cabeça, atrás da escápula em geral resultado de um trauma ao braço fletido e abduzido. O trauma é com freqüência uma pancada na frente do ombro, provocando um impacto violento para trás da cabeça. A luxação posterior poderá ocorrer durante uma convulsão.


Sintomas
Após o tratamento de um episódio inicial com redução e imobilização temporária, o paciente refere que sente insegurança para determinadas atividades e movimentos (geralmente abdução e rotação externa, pois a instabilidade anterior é mais freqüente). Pode ocorrer dor, embora não seja o sintoma mais comum (exceto durante o episódio traumático agudo).

Eventualmente ocorrem novas luxações, e com a progressão da lesão anatômica cada vez o ombro "sai do lugar" com maior facilidade e com menor trauma..




Com o passar do tempo, atividades como praticar natação, dirigir um carro ou até pequenos movimentos ao dormir podem causar novo episódio

Nas instabilidades atraumáticas, geralmente desde a adolescência ou juventude o paciente apresenta uma sensação de insegurança no ombro, que por vezes é bilateral, geralmente multidirecional, e sem episódio traumático agudo. A subluxação com redução espontânea é um achado clínico freqüente nesses casos.


Diagnóstico

O diagnóstico é clínico e a anamnese e o exame físico são fundamentais. A classificação é importante para planejar o tratamento. É importante determinar a etiologia (traumática ou atraumática), a direção (anterior, posterior, multidirecional), além de outras características da instabilidade.

Além da história, que geralmente é típica, há manobras no exame físico que confirmam o diagnóstico:

Exames do ombro

Sintomas

A dor pode se irradiar para o braço. O ombro é uma região comum de dor referida da espinha cervical, coração, mediastino e diafragma.

Sinais

O paciente deve sempre ser examinado de frente e de costas, todo membro superior, pescoço e tórax devem ser incluídos.

Inspeção

Pele – observam-se cicatrizes ou fístulas, não esquecer a axila.

Forma assimétrica dos ombros, escápula, atrofia do deltóide ou rotadores curtos e luxação acromioclavícula, são melhor vistos por trás, tumefação da articulação ou atrofia dos músculos peitorais são mais evidentes se vistos pela frente um derrame articular pode apontar na axila.

Posição: se o braço está bloqueado em rotação interna, há possibilidade de luxação posterior do ombro.

Palpação:

Pele, tecidos moles, proeminências óssea.

Os exames radiológicos complementam o diagnóstico e ajudam a identificar lesões associadas, importantes no planejamento do tratamento.

Quando são necessárias mais informações sobre o complexo cápsulo-ligamentar pode-se indicar a artro-ressonância magnética.


Tratamento

Inicialmente de forma conservadora, que consiste em reforço muscular compensatório. Os músculos da cintura escapular auxiliam na estabilização dinâmica do ombro e sua força e função adequadas são fundamentais no tratamento. As luxações atraumáticas (geralmente bilaterais e multidirecionais) respondem melhor ao tratamento conservador.

Na maioria das luxações traumáticas e nas atraumáticas que não respondem ao tratamento está indicada cirurgia. Há várias técnicas cirúrgicas, sendo que as melhores e mais atuais preconizam correção da lesão fundamental de Bankart (desinserção da cápsula anterior e do labrum Juno à glenóide), quando essa estiver presente, associada ou não a uma capsuloplastia.

Em geral, é possível fazer a redução fechada das luxações anteriores sem complicações. Uma tração delicada e a anestesia são aplicadas com o paciente em decúbito ventral sobre a mesa, com o braço pendente. A redução em geral é conseguida. O método hipocrático origina, ainda é usado.

A tração é aplicada ao braço com este ao longo do corpo, enquanto o pé descalço do cirurgião é calçado contra a axila, com contrapressão. Enquanto é aplicada a tração o braço é trazido para o corpo: assim a cabeça é levada para fora em torno do fulvro criado pelo pé do manipulador.
Nenhuma discussão sobre a redução fechada de uma luxação anterior seria completa, sem mencionar o método de krocher. Uma certa habilidade e uma delicadeza são necessárias para esta manobra. Freqüentemente, a redução pode ser feita sem ser pelo cirurgião. Um "click", em geral considerado a redução, pode simplesmente ser uma modificação de uma forma de luxação para uma outra, não um a redução completa. A fase de rotação externa da manobra, pode lacerar o subescapular ou mesmo causar uma fratura em espiral do úmero.

Após a redução, o braço é preso à parede torácica numa tipóia para evitar a rotação externa. Durante esta imobilização por três semanas, a tala é removida e devem ser iniciados exercícios ativos para fortalecer a abdução, a rotação interna, e abdução com o úmero em rotação interna, estes supervisionados e encorajados não devem ser feitos exercícios ativos assistidos e não devem ser feitos os passivos de estiramento. Aqui, os exercícios isométricos ativos são muitos valiosos.

Se houver uma divulsão do tendão ou uma fratura por arrancamento do tubérculo maior do úmero, o braço deve ser imobilizado para manter o úmero horizontalmente, numa posição abduzida, de rotação externa e flexão para frente. Mantém-se esta posição por uma tala em asa.

A redução de um deslocamento posterior se faz geralmente sob anestesia geral. Uma tração delicada, na linha do úmero, com uma pressão exercida simultaneamente por detrás trará a cabeça para dentro da cavidade glenóide. Pode ser necessária a rotação externa do úmero para reduzir a luxação. Uma vez em rotação externa e abdução leve, com o úmero (cotovelo) ligeiramente atrás da linha mediana do tronco. Em três sem]manas, são iniciados os exercícios ativos, evitando Qualquer estiramento passivo e são imperativos os exercícios de movimento.

As luxações de longa duração, nos quais há alterações da glenóide; velhas luxações não percebidas; lacerações da bainha músculo-tendínea, fraturas por arrancamento não reduzidas, etc.; podem exigir uma redução a céu aberto.

Nas pessoas mais idosas com uma luxação anterior, a laceração das estruturas posteriores prolonga a convalescença; e em via de regra há um certo enrijecimento, dor e incapacidade. O tratamento dos pacientes mais idosos difere dos mais jovens, porque apesar de novas luxações serem raras, há enrijecimento e dor freqüentes. Visto isto, a imobilização deve ser evitada e, após dez dias, iniciados os exercícios pendulares, A intervenção cirúrgica de luxações anteriores recorrentes aplica qualquer processo que irá fortalecer a capsula anterior da articulação ou impedir a rotação externa. Na luxação posterior pode ser necessário transplantar o subscapular.

A redução a céu aberto de fraturas por arrancamento do tubérculo maior, é indicada quando a redução fechada deixou um fragmento deslocado 1 cm ou mais. É necessária a fixação por pino deste fragmento. Uma luxação menor com o periósteo íntegro, irá cicatrizar após a aproximação por redução fechada.

As complicações das luxações, que não sejam lacerações do tendão supraespinhal e fraturas com arrancamento de tubérculo maior, incluem lesões aos nervos e vasos sangüíneos. As lesões nervosas ao plexo braquial em geral implicam o fascículo posterior; portanto como músculos inervados são o deltóide, o tríceps, o grande dorsal e o redondo maior há uma debilidade dos extensores, elevadores e da rotação interna do braço. Enquanto lesões nervosas são raras em fraturas da extremidade superior do úmero, são freqüentes nas luxações. O nervo axilar pode ser lesado quando circunda em torno do colo cirúrgico do úmero e assim causar paresia ou paralisia do músculo deltóide.

Podem ser lesados os vasos sangüíneos axilares, com a mão se tornando azulada depois fria e pálida - uma deficiência de pulsação - e um edema sendo percebido na axila. Uma avaliação precoce e uma intervenção cirúrgica de emergência são imperativos.

Prevenção

Nos pacientes com hipermobilidade global, o treinamento muscular adequado pode ser eficaz. É difícil prever a ocorrência de uma luxação traumática, embora um condicionamento físico adequado seja sempre útil, especialmente em atletas. Uma vez ocorrida a luxação traumática, é grande a possibilidade de se tornar recidivante, principalmente em jovens



Bibliografia

Cipriano. J.J. Manual Fotográfico de testes ortopédicos e neurológico. Ed. Manole. 1999.

Cailliet, R. Sindrome Dolorosa – Ombro. Ed. Manole. 1975.

Ortopedia e Fraturas em Medicina e Reabilitação. Ed. Atheneu. São Paulo.

Internet. www.abcdasaude.com.br/artigo.php

Miranda, E. Bases de Anatomia e Cinesiologia. Rio de Janeiro. Sprint. 2000

CD Multimídia Netter. 2000

CD Multimídia Sobota. 2000
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segunda-feira, 12 de março de 2012

FW

fw

Sector 9: Second Nature (Full Film)



In an exploration of the abstract and the extreme, Second Nature is an examination of the natural boundaries of the human body. Noah Sakamoto, Patrick Rizzo and J.M. Duran star as the test subjects as they wield skateboards and blue suits to race down the roads of the High Sierras in California.

Treinamento (SURFING)

Surf....respiração, a preparação física e o controle mental
O método, que é conhecido como Método de Simulação da Realidade (MSR), visa desenvolver a preparação física e mental dos surfistas, desde o iniciante até o profissional, para maximizar o desempenho e a eficácia dos resultados em competições, viagens internacionais ou somente naquele free surf nos fins de semana. Configurado semanalmente com base na análise da previsão das ondas, o conceito usa três pilares: SEGURANÇA, RENDIMENTO E ECONOMIA.

O treinamento utiliza exercícios físicos funcionais combinados com a apneia. São flexões de braço, agachamentos, corrida e muita remada para elevar a frequência cardíaca e administrá-la durante os períodos de imersão. Contudo, cada aspecto pode ser dosado. Portanto, pessoas comuns e saudáveis podem praticar sem qualquer restrição.

São quatro níveis:

Iniciante

Neste estágio, o praticante possui até 34 horas de instrução no treinamento. Geralmente, exercícios leves e moderados são combinados com percursos que cobrem entre 12 e 15 metros de imersão usando uma nadadeira adequada. Ideal para quem deseja surfar ondas com 2 metros de altura na face ou praticar corridas de 10 quilômetros, como também realizar traking em baixa altitude (3 mil metros), por exemplo.

Intermediário

Aqui o praticante possui entre 34 e 72 horas de instrução e o treinamento começa a usar exercícios mais pesados. A distância percorrida embaixo d’água varia entre 25 e 50 metros utilizando a nadadeira. Perfeito para quem deseja encarar ondas que variam entre 2 e 3 metros de altura na face, corridas de até 20 quilômetros, para mergulhadores técnicos (até 50 metros de profundidade) e traking no campo base do Aconcágua (cerca de 5 mil metros de altitude).

Avançado

Praticantes que possuem entre 72 e 150 horas de treino. Neste estágio, os exercícios físicos são intensos e o trajeto de imersão com a nadadeira geralmente varia entre 50 e 75 metros. Praticantes com este nível de experiência normalmente estão preparados para surfar ondas com até 4 metros de altura na face e corridas acima de 20 quilômetros, mas a essa altura a questão da preparação mental, que na verdade existe em todos os níveis, requer mais ênfase. Este nível prepara atletas que pretendem atacar cumes entre 5,5 mil e 7 mil metros e mergulhadores profissionais de pesca, por exemplo.

Extremo

Para atingir este estágio o praticante necessita de pelo menos 150 horas de instrução no treinamento. Esta fase usa exercícios físicos absolutamente rígidos e o percurso de imersão com a nadadeira ultrapassa os 75 metros. Ondas acima de 4 metros e maratonas com 42 quilômetros são as metas neste nível, por exemplo. Recomendado para surfistas, alpinistas experientes (cumes acima de 7 mil metros), ultramaratonistas, jogadores de futebol, lutadores de MMA e muitos outros esportistas que dependem do fôlego para sobreviver, este nível exige e trabalha fortemente a preparação mental do atleta. Experimentar o estresse e a acidez gerada pela oxidação celular no organismo e ser capaz de administrar a urgência de respirar por minutos requer muito trabalho, mas oferece incrementos fisiológicos e mentais incríveis.

DICAS

O que fazer:

Observe o padrão da sua respiração antes e durante as quedas. Existem padrões específicos para cada situação, como antes de entrar no mar, durante a remada, antes de furar a onda e para explodir na remada (veja o vídeo no site da Onda Magazine). Além da sua respiração, preste atenção ao seu humor e às reações fisiológicas do corpo enquanto se prepara para a sessão: frequência cardíaca, percepção de tempo, funcionamento dos sentidos, flexibilidade e articulações.

O que não fazer:

Não entre no mar com a frequência cardíaca muito elevada (por exagero no aquecimento). Vários fatores, como a perfeição e o tamanho das ondas, podem aumentar muito os batimentos do coração e causar a debilidade precoce do organismo, o que pode ser percebido somente quando você já está no mar tentando varar as ondas. Acalme-se antes da sessão. Ainda que esta não seja uma tarefa fácil, ficar mais calmo na areia pode fazer a diferença entre colapsar em pânico ou administrar bem a situação quando a coisa realmente esquentar na arrebentação.



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Para maior eficiência das manobras é importante a participação dos membros superiores, principalmente para o equilíbrio dinâmico e recuperado. Os tornozelos e as articulações dos pés, em geral, também são importantes para a adaptação do corpo, durante as manobras. No caso do floater e do aéreo, por exemplo, ocorre a perda momentânea do contato com a água e impacto após a queda, que é absorvido pelo corpo. Portando, há necessidade de contrações musculares excêntricas rápidas e eficientes para estabilização da coluna, tronco e membros inferiores.

A maioria dos atletas (26%) pratica o esporte todos os dias, (37,5%) não realizam qualquer tipo de preparação específica e diante de uma lesão (68%) não procuram nenhum tipo de tratamento médico ou fisioterapêutico.

O surfista está cada vez mais surfando ondas maiores e aumentando a radicalidade das manobras. A manobra de maior incidência é o floater, que é uma manobra de grande impacto, em que o surfista usa seus membros inferiores e tronco para absorver o impacto. Outra manobra com grande incidência de lesão foi a batida, a qual exige do surfista muita flexibilidade, utilizando muito os membros inferiores, superiores e tronco.



A remada é o principal movimento para o deslocamento do surfista no mar. Seja para entrar em uma onda ou ultrapassar a arrebentação, o surfista está sempre exigindo bastante de seus membros superiores. Consiste o surfista, deitado sobre a prancha, com a extensão da coluna vertebral, principalmente no segmento cervical e lombar. Durante horas o surfista fica nesta posição, onde é associado aos movimentos explosivos de rotação da coluna (batida, aéreo, snep), colocando a sua coluna em constante estresse.



Em relação ao aquecimento, verificou-se na pesquisa que 67,24% dos surfistas realizam alongamento antes de surfar e apenas 8,62% realizam alongamento depois do surf, que é de vital importância para o relaxamento da musculatura.



No total, foram identificadas 168 lesões, o que, considerando os 56 surfistas, indicou uma média de 3 lesões por atleta. A pesquisa identificou que as lesões mais freqüentes (38,69%) são as do tipo corto-contuso (cortes e lacerações) nos membros inferiores, principalmente o pé seguida por cabeça e pescoço, em função de acidentes com as quilhas, bico ou rabeta, corais, pedras ou areia. A seguir (31,55%), temos as lesões cápsulo-ligamentares (lesões nas articulações) acometendo principalmente o joelho, devido às rotações bruscas associados à flexão durante as manobras, e o ombro, devido ao "over use" das estruturas articulares, principalmente os tendões, durante as repetidas remadas.



As mialgias (dores musculares) foram o terceiro tipo de lesão mais freqüente (26,19%) e ocorrem principalmente na região lombar e cervical da coluna vertebral, devido aos movimentos rotacionais e à postura adotada pelo corpo na hora da remada, postura essa que provoca tensão nas estruturas musculares e articulares e que pode ser amenizada no outside com alongamentos feitos sentado na prancha, como por exemplo, entrelaçar as mãos, atrás da cabeça e puxar a cabeça para baixo, levando o queixo na direção do peito, mantendo por pelo menos 20 segundos. Foram encontradas apenas 4 fraturas (2,38%), sendo uma fratura estável de segmento cervical da coluna vertebral, uma de costela e duas de tíbia. Por fim, temos as distensões musculares (1,19%), acometendo a região anterior da coxa no músculo quadríceps.



No que se refere às manobras, a de maior incidência de lesões foi o floater, que é uma manobra de grande impacto, onde o surfista usa as suas pernas e tronco para absorver o impacto.



Dessa maneira, julgamos importante um trabalho de preparação física específica, além do uso de equipamentos adequados e concentração redobrada, principalmente em ondas grandes, locais rasos, e no crowd, visando não só a melhora da performance do atleta, mas principalmente a diminuição das lesões que ocorrem na prática do surf.



A Fisioterapia, com a realização de exercícios de alongamento, fortalecimento e proprioceptivos, tem como objetivo melhorar a força, a resistência, a flexibilidade e os reflexos musculares.



A maioria das lesões no surf acontece por excesso de uso dos tecidos músculos esqueléticos, sem a devida recuperação. Assim devemos trabalhar os músculos paravertebrais, abdominais (tronco e abdômen), membros inferiores, membros superiores e cabeça e pescoço.



A visão moderna da fisioterapia do esporte enfoca a prevenção, ou seja, baseada no estudo biomecânico dos gestos esportivos, no conhecimento do ambiente onde o esporte é praticado, na intensidade dos treinamentos e o material utilizado pode-se avaliar o atleta e o modo com que ele pratica cada modalidade. Nos casos que a lesão já tenha ocorrido a atuação deve ser mais precoce possível para acelerar o retorno do surfista ao esporte.

PAZ

idols

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Tangamandapio #2 (Verão/2012)

Oi galera estamos em + um longo verão de mar flat apesar disso a vida continua...
Nesta continuação de Tangamandapio é mostrado o inicio do meu sobrinho nas ondas em
+ um tipico dia de verão... Sera este o proximo bodyboarder da familia?!Acho que sim! =) Bom é isso um grande Abraço e boas ondas!
Fred Wiliam

Tangamandapio #1 (Verão/2011)

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

VIDEO / Fred Wiliam


Olá galera esse mini-clipe tem umas ondas minhas em ação espero que curtam , grande abraço e boas ondas.
Hello people this mini-clip has some waves in my action I hope you enjoy, Best wishes and good waves.
Hallo Leute Mini-Clip hat einige Wellen in meinem Handeln Ich hoffe, Sie genießen, Mit freundlichen Grüßen und guten Wellen.
Привет народ этой мини-клип несколько волн в своем действии Надеюсь, вам понравится, наилучшими пожеланиями и хорошие волны.
Hola gente este mini-clip tiene algunas ondas en mi acción Espero que disfruten, mis mejores deseos y buenas olas.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Clipe






natural power


Os Poderes do Gengibre 


  • Termogênica, a raiz faz o corpo aumentar o gasto de energia e, consequentemente, a queima de gordura.
  • Evita Náuseas: sente enjoo ao viajar de carro ou ônibus? Beba 500ml de chá em pequenas doses um dia antes . No dia, mastigue pedaços de vegetal cru.
  • Afrodisíaco: a planta melhora a  circulação, facilitando a ereção masculina. Nas mulheres, aumenta a irrigação de sangue no clitóris e na vagina, intensificando a sensibilidade no local
    Tem ação inflamatória e antisséptica: use um algodão embebido no chá para limpar feridas ou fazer compressas em regiões doloridas
  • Dá firmeza aos músculos: segundo pesquisa divulgada na Feira Farmacopeia, na Áustria, o consumo frequente de gengibre aumenta o tônus muscular.
  • Previne doenças: o vegetal inibe o desenvolvimento de alguns tipos de câncer e problemas no coração.
  • Como consumir em chá ou em pó:
    Chá de Gengibre:
    Modo de Fazer:
    Leve 1/2 litro de água ao fogo e aqueça até 37°C (nessa temperatura, você ainda coloca o dedo na água sem incômodo). Cuidado o gengibre perde as propriedades em água muito quente. Despeje o líquido sobre 2 colheres (sopa) do gengibre cru ralado, tampe e deixe em repouso por cerca de 10 minutos..
    Gengibrfe em pó:
    Modo de Fazer:
    corte o gengibre em fatias bem finas e deixe-as secando na sombra por uma semana. Depois, bata a planta no liquidificador até virar pó.  Dica: como a duração em recipiente fechado é de seis meses, faça uma grande quantidade (aproximadamente cinco pedaços grandes).

    Atenção: sem exageros, em excesso, a ingestão de gengibre pode agredir a mucosa intestinal.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Feliz ano novo de novo! The Year of the Dragon!

Feliz ano novo de novo!!! Hoje as 13 horas( horario de brasilia ) inicia-se o ano novo Chines  é o ano do dragão
Happy new year again! Today at 13 hours (GMT) begins the Chinese New Year  is the Year of the Dragon

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

VIDEO / Fred Wiliam

Olá galera esse mini-clipe tem umas ondas minhas em ação espero que curtam , grande abraço e boas ondas.
Hello people this mini-clip has some waves in my action I hope you enjoy, Best wishes and good waves.
Hallo Leute Mini-Clip hat einige Wellen in meinem Handeln Ich hoffe, Sie genießen, Mit freundlichen Grüßen und guten Wellen.
Привет народ этой мини-клип несколько волн в своем действии Надеюсь, вам понравится, наилучшими пожеланиями и хорошие волны.
Hola gente este mini-clip tiene algunas ondas en mi acción Espero que disfruten, mis mejores deseos y buenas olas.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Sustentabilidade

Workout #4


2-3x semana
2-3x 30-45min treino

Friends

Um dia todos nos iremos crescer e nossas vidas podem  por diversos motivos  tomar rumos opostos mas uma coisa é certa nos sempre seremos grandes amigos e os melhores bodyboarders da Figueiredo Quebra coco.Valeu galera vocês estão sempre no coração,assim como esse lugar.A nossa eterna casa. \o
One day we will all grow and our lives for various reasons may take opposite directions but one thing is certain we will always be great friends and the best riders of the  Figueiredo Shore break. Thanks guys you are always in my heart, like this place. Our eternal home. \o
                                                                                                                                                          Fred Wiliam

CAMPEONATO DA FIGUEIREDO MAGALHÃES 2011




CHAMADA 1 DO CAMPEONATO


O CAMPEONATO



 "Amigos de verdade são certamente o maior e melhor premio que alguem pode ter."                                           

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Lyrics and Photo

Tendo a Lua

 

 

 

Os Paralamas do Sucesso

Eu hoje joguei tanta coisa fora
Eu vi o meu passado passar por mim
Cartas e fotografias gente que foi embora
A casa fica bem melhor assim
O céu de ícaro tem mais poesia que o de galileu
E lendo teus bilhetes, eu lembro do que fiz
Querendo ver o mais distante e sem saber voar
Desprezando as asas que você me deu
Tendo a lua aquela gravidade aonde o homem flutua
Merecia a visita não de militares,
Mas de bailarinos
E de você e eu
Eu hoje joguei tanta coisa fora
E lendo teus bilhetes, eu lembro do que fiz
Cartas e fotografias gente que foi embora
A casa fica bem melhor assim
Tendo a lua aquela gravidade aonde o homem flutua
Merecia a visita não de militares,
Mas de bailarinos
E de você e eu
Tendo a lua aquela gravidade aonde o homem flutua
Merecia a visita não de militares,
Mas de bailarinos
E de você e eu.

this is me